Clinica Asperti

Degeneração Macular Relacionada à Idade

o que é dmri?

A Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) é uma doença ocular que afeta a mácula, a região central da retina responsável pela visão de detalhes, leitura, reconhecimento de rostos e atividades que exigem precisão visual.

 

É uma das principais causas de perda de visão central em pessoas acima dos 50 anos, podendo evoluir de forma lenta ou rápida, dependendo do tipo da doença.

TIPOS DE DMRI

DMRI Seca

É a forma mais comum da doença. Caracteriza-se pelo afinamento progressivo da mácula e pelo acúmulo de depósitos chamados drusas.

  • Evolução geralmente lenta

  • Pode permanecer estável por anos e derrepente evoluir para DMRI úmida por isso exige acompanhamento regular

DMRI Úmida

Forma menos comum, porém mais grave. Ocorre quando surgem vasos sanguíneos anormais sob a retina, que podem vazar líquido ou sangue.

  • Evolução rápida

  • Alto risco de perda visual significativa

  • Necessita tratamento imediato

Quais são os sintomas da DMRI?

Tratamento da DMRI Seca

Embora não exista cura, o tratamento tem como objetivo retardar a progressão da doença, por meio de:

  • Acompanhamento regular

  • Suplementação vitamínica específica, quando indicada

  • Controle de fatores de risco

  • Orientações sobre hábitos de vida saudáveis

Na Clínica Asperti : O tratamento com Bio Modulação (VALEDA) permite estabilizar e diminuir a chance de evolução para 1% e em 30% reduzir as drusas.

 

Tratamento da DMRI Úmida

Na Clínica Asperti, o  principal tratamento é realizado por meio de injeções intravítreas de medicamentos antiangiogênicos, aplicadas diretamente no interior do olho.

O procedimento é realizado em 4 salas de centro cirúrgico, seguindo rigorosos protocolos hospitalares de segurança, com o auxílio de microscópio cirúrgico, garantindo precisão e segurança ao paciente. 

Entre os medicamentos utilizados estão Avastin®, Lucentis® e Eylia®, conforme indicação médica individualizada.

A importância do tratamento da DMRI

Embora a DMRI não tenha cura definitiva, o tratamento é essencial para:

  • Preservar a visão funcional
  • Evitar perda visual grave
  • Manter a independência do paciente
  • Melhorar a qualidade de vida
  • Reduzir o impacto emocional da doença

 A interrupção ou atraso do tratamento pode resultar em danos permanentes à retina.

COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO DA DMRI?

O diagnóstico é realizado por meio de uma avaliação oftalmológica especializada, associada a exames de alta tecnologia, como:

  • Mapeamento de retina

  • Tomografia de coerência óptica (OCT)

  • Angiografia, quando indicada

Esses exames permitem identificar o tipo da DMRI, o estágio da doença e definir o tratamento mais adequado.

 

Na Clínica Asperti o OCT realiza: Imagens em alta resolução da retina com Cortes tomográficos e angio OCT que permitem avaliação sequenciada em detalhe de toda situação, e podendo ser acompanhado com precisão.

Perguntas Frequentes sobre DMRI (Degeneração Macular)

Não necessariamente. Quando diagnosticada precocemente e acompanhada corretamente, a DMRI pode ser controlada, permitindo que muitos pacientes mantenham uma visão funcional por longos períodos.

Sim. Em alguns pacientes, a forma seca pode evoluir para a DMRI úmida, que é mais agressiva. Por isso, o acompanhamento regular é essencial para detectar qualquer mudança o mais cedo possível.

A DMRI é uma doença crônica. Isso significa que o tratamento geralmente é contínuo e ajustado ao longo do tempo, de acordo com a evolução da doença e a resposta do paciente.

Em muitos casos, sim. Principalmente quando o tratamento é iniciado precocemente, alguns pacientes podem apresentar melhora visual ou estabilização da visão.

Na DMRI seca, o tratamento com Valeda® pode promover melhora visual em até 30% dos casos, além de reduzir significativamente a progressão da doença, diminuindo o risco de evolução para a forma úmida para cerca de 1%.

Já na DMRI úmida, o tratamento com injeções intravítreas pode estabilizar a doença e, em muitos casos, melhorar a visão central, preservando a qualidade visual do paciente.

É mais comum após os 60 anos, mas pode surgir antes, especialmente em pessoas com histórico familiar ou fatores de risco associados.

Sim. O tabagismo é um dos principais fatores de risco e pode acelerar a evolução da doença, além de reduzir a resposta ao tratamento.

Porque a DMRI pode evoluir de forma silenciosa. Consultas e exames regulares permitem ajustes rápidos no tratamento, evitando perdas visuais irreversíveis.