Degeneração Macular Relacionada à Idade
TIPOS DE DMRI
Quais são os sintomas da DMRI?
Embora a DMRI não tenha cura definitiva, o tratamento é
essencial para:
A interrupção ou
atraso do tratamento pode resultar em danos permanentes à retina.
Não necessariamente. Quando diagnosticada precocemente e acompanhada corretamente, a DMRI pode ser controlada, permitindo que muitos pacientes mantenham uma visão funcional por longos períodos.
Sim. Em alguns pacientes, a forma seca pode evoluir para a DMRI úmida, que é mais agressiva. Por isso, o acompanhamento regular é essencial para detectar qualquer mudança o mais cedo possível.
A DMRI é uma doença crônica. Isso significa que o tratamento geralmente é contínuo e ajustado ao longo do tempo, de acordo com a evolução da doença e a resposta do paciente.
Em muitos casos, sim. Principalmente quando o tratamento é iniciado precocemente, alguns pacientes podem apresentar melhora visual ou estabilização da visão.
Na DMRI seca, o tratamento com Valeda® pode promover melhora visual em até 30% dos casos, além de reduzir significativamente a progressão da doença, diminuindo o risco de evolução para a forma úmida para cerca de 1%.
Já na DMRI úmida, o tratamento com injeções intravítreas pode estabilizar a doença e, em muitos casos, melhorar a visão central, preservando a qualidade visual do paciente.
É mais comum após os 60 anos, mas pode surgir antes, especialmente em pessoas com histórico familiar ou fatores de risco associados.
Sim. O tabagismo é um dos principais fatores de risco e pode acelerar a evolução da doença, além de reduzir a resposta ao tratamento.
Porque a DMRI pode evoluir de forma silenciosa. Consultas e exames regulares permitem ajustes rápidos no tratamento, evitando perdas visuais irreversíveis.